Exposição de arte do artista Elivânio Costa começa nesta quarta-feira (11) no Memorial Histórico da Câmara Municipal

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O Memorial Histórico da Câmara Municipal de Teixeira de Freitas sediará a partir desta quarta-feira, dia 11 de setembro, a exposição de arte “Vestígios de um Tempo” com apresentação de várias obras do artista plástico Elivânio Costa, um pintor originalmente teixeirense conhecido por vincular imagens bucólicas do nosso cotidiano e eternizar as crianças nas suas pinturas, numa demonstração artista belíssima em que consegue retratar nas suas telas as brincadeiras infantis de um passado não tão distante aliadas a cenários bucólicos que nos levam a viajar nas estações do tempo.

A exposição começa nesta quarta-feira, dia 11 e só termina na quarta-feira do dia 18 de setembro. Durante uma semana da exposição de arte “Vestígios de um Tempo” do Memorial da Câmara Municipal, o horário de visitação será das 08h às 13h nos dias de segunda, quarta, quinta e sexta-feira. Na terça-feira o horário será das 08h às 12h e das 14h às 17h. Já no sábado e no domingo o horário será das 16h às 19h30.

Para o presidente da Câmara Municipal, vereador Ronaldo Cordeiro, a exposição visa valorizar os artistas da terra e interagir o espaço cultural do Poder Legislativo com à população local, proporcionando crianças, adolescentes, estudantes e adultos a conhecerem o que à cidade tem de melhor. Para ele, uma exposição artística designa tradicionalmente o espaço e o tempo onde objetos de arte vão ao encontro de um público, por isso, que à Câmara Municipal tem se preocupado em realizar eventos desta natureza como forma de proporcionar encontros cada vez mais singular entre o público e a arte.

O artista plástico Elivânio Costa, tem 43 anos e é natural do município de Lajedão, mas é radicado desde criança em Duque de Caxias, distrito do município de Teixeira de Freitas, onde reside e mantém o seu ateliê de arte. Suas obras traz um realismo cada vez mais contemporâneo numa forma de expressão que reúne brinquedos, brincadeiras de criança e cenários rurais deslumbrantes, tudo nascido do sonho, da saudade e da vontade de fazer com que todos voltassem a brincar, numa época em que as crianças aprendam o verdadeiro espírito dessa arte que está sendo deixada de lado hoje em dia. Suas telas retratam uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e a realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e adultos. (Por Athylla Borborema)